Candidatura de Michelle Bachelet
para a Secretaria-Geral
das Nações Unidas
I. Uma ONU preparada para o mundo de de hoje e de amanhã
II. Quatro direções estratégicas para uma ONU renovada
Olhar para dentro: reforma institucional com propósito
Olhar para fora: reconecta-se com as pessoas
Reforçar a legitimidade da ONU, demonstrando impactos concretos na vida das pessoas. Uma organização que se comunica com clareza, atua com eficácia no terreno e apoia os Estados no fortalecimento de suas instituições, alinhando o multilateralismo com as prioridades nacionais e as expectativas dos cidadãos.
Olhar para fora: reconecta-se com as pessoas
Reforçar a legitimidade da ONU, demonstrando impactos concretos na vida das pessoas. Uma organização que se comunica com clareza, atua com eficácia no terreno e apoia os Estados no fortalecimento de suas instituições, alinhando o multilateralismo com as prioridades nacionais e as expectativas dos cidadãos.
Olhar para trás: reafirmar os princípios fundadores
A Carta das Nações Unidas continua a ser um guia vivo. A imparcialidade, o respeito ao direito internacional, a igualdade soberana dos Estados e a dignidade humana devem continuar a orientar toda a ação multilateral, garantindo que a ONU seja um espaço comum de diálogo, cooperação e soluções pacíficas.
Olhar para o futuro: projetar o futuro liderança coletiva
Às vésperas de seu centenário, a ONU deve agir como arquiteta do futuro, promovendo uma governança multilateral mais inclusiva, fortalecendo a cooperação regional e utilizando a inovação e a tecnologia – incluindo a inteligência artificial – a serviço do desenvolvimento sustentável e dos direitos humanos.
Olhar para o futuro: projetar o futuro liderança coletiva
III. Resultados concretos nos três pilares da ONU
Paz e segurança
Prevenção, mediação eficaz, operações de paz mais ágeis e cooperação internacional em face de ameaças tradicionais e emergentes.
Desenvolvimento sustentável
Erradicação da pobreza, reforma da arquitetura financeira internacional, ação climática justa e apoio diferenciado aos países mais vulneráveis.
Direitos humanos
Centralidade da dignidade humana, sistemas mais eficazes e sustentáveis e pleno empoderamento das mulheres e meninas como condição para a paz e a justiça.